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Não procure aprovação

 

Primeiro post no site de cara nova (yeeey) tem que ser um POSTZÃO, nénom? Estava esperando a inspiração chegar BEM LINDA (porque as vezes ela dá dessas, demora a chegar) e aí ontem peguei um Uber, pós Brasil (uhuuu), com um senhor muito inteligente/simpático e fomos conversando sobre a situação do país, profissões e acabamos por falar da minha. Pasmem, diferente de 80% das pessoas para as quais preciso ficar explicando a importância da consultoria, ele já disse logo: “o que você faz não é supérfluo. Já vi muitos programas e as pessoas tem problemas reais em se arrumar, encontrar uma roupa legal e isso atrapalha até no dia a dia, né? Elas nem conseguem sair de casa!” Eu fiquei de cara-no-chão, acabei recebendo uma aula da minha própria profissão e a partir dai o papo desenrolou nesse sentido. Eu expliquei que nem sempre era falta de roupa ou não saber combinar peças, mas que muito além, as pessoas buscam aprovação do outro (muitas e muitas vezes) e delas mesmas. E ai caçando imagens pro post inicial, dei de cara com essa maravilha que nos ilustra aqui NÃO PROCURE APROVAÇÃO.

Quando rola o processo de consultoria eu vou lááá no fundo pra descobrir porque é que aquela pessoa me procurou de fato. Quais pontos a trouxeram até mim… As razões são variadas, mas a campeã das campeãs é a questão da aprovação. Busca por aprovação de amigos, da sociedade, no trabalho, validação de quem são, quando na verdade tudo isto depende única e exclusivamente do lado de dentro. NOSSO lado de dentro! Engraçado que nessa busca de aprovação, muitas pessoas não só deixam de amar o que veem no espelho, como passam a julgar tudo de diferente que o outro apresenta.

Nesse papo aí com o senhor do Uber, ele comentou que trabalhou há alguns anos com uma moça que era brega (palavras dele, foi ensinado assim, enxerga assim e não posso e nem vou jugar certo?). Me perguntou como lidar nessas situações. Falei que muito provavelmente aquela pessoa brega aos olhos dele e dos demais, sentia-se mega confiante no que estava usando e feliz. E era isso que importava.

Não existem regras e por isso que tanta gente acaba se fechando totalmente: a problematização do outro em relação a ela. A tal validação do “meio”. Aí foi a minha vez de dar a aula pra ele, com muita didática (e puta dor de cabeça) explicar que no geral a maioria não aceita muito bem, quem se aceita 100%. Sempre rola um comentário, quando na verdade, lá no fundo está faltando aceitação com próprio espelho e harmônia com seu interior.

Minha principal missão, como profissional, é repetir para clientes e leitoras/migas/seguidoras: NÃO PROCURE APROVAÇÃO! Você não precisa. Você é linda como é, você deve se amar como é e tudo que foi construído dentro de você e te chateia e impede de ser você mesma, pode ser resolvido (pergunta pra qualquer cliente minha se não é verdade rs).

Se é de cabelo bagunçado que você sai feliz, vai! Ajeita aí de um jeito que fique lindo pra você e só vai. Se é sem salto que sua vida funciona melhor, não precisa se equilibrar num salto 15, só porque é o que dizem por ai (aquele papo de “elegância sempre pede salto). Se curte jeans, não se obrigue a usar alfaiataria, se não for preciso MESMO! Se curte alfaiataria 99% do tempo, busque opções para as horas de lazer, mas nunca, nunca deixe que sua felicidade interior e verdadeira seja construída com base no que o outro pensa disso, ou seja: NÃO PROCURE APROVAÇÃO (tô repetindo pra gravar bem aí!)

E assim, de um passeio de Uber, na volta pra casa, em mais um dia daqueles que eu não queria papo (quem acompanha meu insta sabe que as vezes dou uma reclamadinha de motoristas que falam demais ahahahah #soudessas) que veio a inspiração pra esse post “inaugural”.

Espero que tenham gostado!

Um beijo,

Laís

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